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Já ouvimos essa história, ou talvez já tenhamos passado por algo parecido. Vivemos isso unicamente porque supomos, ao invés de irmos ao encontro das situações com a mente aberta e o coração tranqüilo. Fazemos assim ou porque estamos calejados demais ou doídos demais, ou com medo demais para simplesmente estar no momento, sem idéias preconcebidas sobre a flor ou sobre a pessoa.


É comum descrevermos as situações com sempres e nuncas. Preste atenção agora: os sempres e nuncas não existem, tudo está em constante movimento e modificação. O que existe é o agora. Os sempres e nuncas confinam você a um padrão de reação viciado. Que não acredita que algo possa ser diferente hoje. A pessoa que nunca te beijou pode ter escolhido hoje para te beijar. Aquele que está sempre no mundo da lua pode ter resolvido hoje prestar atenção em você. A rosa daquele jardim que sempre está lá pode ter uma fragrância nunca sentida.


Viver com inocência dá espaço para os outros serem quem são, permite confiar no mérito dos outros e confiar na sua capacidade de enxergar as pessoas e o mundo como ele realmente é.

Dinâmica: No dia de hoje permita-se ir ao encontro de pessoas e situações como se fosse pela primeira vez. Procure estar aberto e espontâneo em suas atividades. Entregue-se!

Todo o material contido neste site é parte integrante do Curso “Cultivando Valores” desenvolvido por Claudia Boacnin e tem seus direitos autorais protegidos sob registro na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. É proibida, portanto, a reprodução dos textos e atividades sem a autorização expressa da autora.